quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Deus, sacudo o peito, a alma, e o coração. Espremo tudo o que tenho e devolvo a vida ao destino, e o destino ás tuas mãos, cirúrgicas, gigantes e suaves. Acolho-me em ti. Recolho-me a Ti.
Sacudo um tudo de emoções que me esmagam contra o amor ímpar e desigual. Único. O Teu.
Um suspiro. Um olhar. Um toque. Todos os dias. Perto ou longe.
Sacudo o peito, a alma e o coração.
Esmago as entranhas porque não preciso mais delas. Enches-me na unicidade e completude de Ti, e eu não precisarei de mais nada.
A certeza que um dia irei estar diante de Ti advém da ancianidade longínqua dos tempos
Sacudo o peito, a alma e o coração. Reservo-me para ti.
Amo-te cada vez mais.

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